
O 1º de Maio da CGTP-IN, que reuniu muitos milhares de trabalhadores foi uma poderosa manifestação contra a política de direita, uma manifestação de confiança, determinação e alegria. Uma afirmação de que não só é necessário como é possível conquistar uma política diferente para o nosso país.Em 1886, no primeiro dia de Maio, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, exigindo a redução do horário de trabalho para as oito horas, 48 horas semanais. A manifestação teve repressão policial, para tentar dispersar os trabalhadores que lutavam por melhores condições de trabalho. Dezenas de operários foram mortos e feridos. Passados todos estes anos, os trabalhadores portugueses continuam a sair à rua para lutar pelas conquistas de Abril, que tanto são atacadas pela política de direita dos sucessivos Governos PS e PSD, com ou sem CDS. A luta pelo horário de trabalho, continua actual, quando no Parlamento Europeu se pretende aumentar a jornada de trabalho para 65 horas semanais. Hoje, os trabalhadores dizem basta aos baixos salários, ao aumento do desemprego, à revisão para pior do Código do Trabalho e da Legislação Laboral da Administração Pública, à precariedade, ao aumento do horário de trabalho.1º de Maio: Saudação dos eleitos da CDU da Assembleia Municipal de Loures.
Antevisão do Parque do Trancão, ao fundo o Tejo, à esquerda o Trancão.
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A Câmara PS de Loures e a Parque Expo estão a entender-se para liquidar o aguardado Parque do Trancão - no local onde em alguns dias ainda se pode ver, logo ali do outro lado do rio Trancão, a dezenas de metros, flamingos e outras aves migratórias da vizinha Reserva Natural do Estuário Tejo - entregando parte da área que mostramos na imagem, à especulação imobiliária e ao betão.A área do Plano de Pormenor 6 (PP-6), e parte da área do Plano de Pormenor 5 (PP-5), que estavam caracterizadas genericamente como de utilização colectiva de recreio, lazer, cultura e desporto, estão agora a ser retalhadas para usos diversos que nada têm a ver com o que estava previsto para aquela vasta área.A imagem que mostramos acima, e que reflecte o tipo de uso inicialmente previsto para o local, tem sido também utilizada pelo promotor do empreendimento que se vê em primeiro plano, empreendimento que está de acordo com o plano inicial (PP-5). A concretizar-se a alteração dos usos que agora se quer impor, ir-se-ia igualmente defraudar as legítimas expectativas de quem está a comprar aqueles apartamentos.Apesar de haver já um acordo entre a Câmara de Loures e a Parque Expo, a alteração de uso daqueles terrenos está ainda sujeita a outras autorizações, e terá necessariamente de ser submetida a discussão pública.Embora aqueles terrenos façam parte da freguesia de Sacavém, o Parque do Trancão, com os usos públicos que estão previstos, interessa também às populações das freguesias vizinhas, como Moscavide, Portela, Prior Velho, Camarate e Bobadela, que já não dispõem de espaço que possa vir a ser afectado às utilizações que estavam contemplados para o Parque do Trancão. Por isso é importante que a Caminhada da CDU em defesa do Parque do Trancão, organizada pela CDU de Sacavém, contra as decisões da Câmara PS de Loures, no próximo sábado 2 de Maio, com concentração às 15:30 no Largo 5 de Outubro, e destino à foz do Trancão, conte também com o apoio da população das freguesias vizinhas. Façamos desta Caminhada da CDU em defesa do Parque do Trancão, a primeira acção da luta contra a entrega daqueles terrenos à especulação imobiliária e ao betão, e pela definição, com ampla consulta pública, dum Plano do Parque do Trancão que faça daquela vasta área, vizinha da Reserva Natural do Estuário Tejo, um pólo público de recreio, lazer, cultura e desporto ao serviço da população da zona oriental do concelho de Loures, e da própria Área Metropolitana de Lisboa.
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Clique na imagem para aumentar.Planta com zonas dos PP-5 e PP-6 assinaladas.Declaração de voto dos Vereadores da CDU da Câmara de Loures sobre o Plano de Pormenor 5 e Plano de Pormenor 6 da zona da Expo 98, Parque do Trancão.Moção dos eleitos da CDU na Assembleia Municipal de Loures sobre a alteração dos Planos de Pormenor da zona norte da Expo (PP6 E PP5).Comunicado da CDU de Sacavém: Foi você que pediu mais betão na foz do Trancão? Nós não.

Afinal a apresentação dos candidatos da CDU à Assembleia de Freguesia da Portela, vai ser no sábado dia 9 de Maio às 13 h no restaurante Páteo das Cantigas, na Rua Vasco da Gama, ali mesmo defronte ao Lidl da Portela. Além dos candidatos à Assembleia de Freguesia contamos também com as presenças de Francisco Madeira Lopes deputado de Os Verdes, e candidato da CDU ao Parlamento Europeu nas eleições do próximo dia 7 de Junho, e de Paulo Piteira candidato da CDU à Presidência da Câmara Municipal de Loures.As inscrições podem ser feitas através do Email cduportela@gmail.com com a indicação do seu nome e contacto telefónico. O almoço é tipo bufete, para facilitar o convívio entre todos, e o custo é de 15 euros. Se puder vir fazer-nos companhia, não deixe a sua inscrição para a última hora. Vamos todos dar a nossa força aos candidatos da CDU. Até dia 9.
Clique AQUI para ver versão em PDF.Este número do Jornal CDU Loures, para além do destaque ao 25 de Abril, é dedicado às candidaturas da CDU à Câmara e Assembleia Municipal de Loures, e ao Parlamento Europeu.Referindo-se à situação política e social do País e do concelho, o jornal aponta as responsabilidades da governação do PS a nível nacional e na Câmara de Loures, e avança com algumas orientações do programa da CDU para a Câmara de Loures.Em Portugal e na Europa a CDU faz toda a diferença, é o lema da candidatura da CDU ao Parlamento Europeu, bem ilustrado pelo trabalho desenvolvido pelos deputados do PCP no Parlamento ao longo dos últimos cinco anos e das proposta e orientações que apresentam para o próximo mandato. Trabalho igualmente reconhecido por um estudo publicado esta semana em Estrasburgo, que analisa a actividade desenvolvida pelos deputados europeus desde 2004, e coloca Ilda Figueiredo em 7º lugar dos deputados mais produtivos, entre os 920 deputados do Parlamento Europeu.

De acordo com um estudo da Universidade de York, divulgado ontem, e a que se refere o Público de hoje, as crianças da Holanda são as que estão à frente no bem-estar e qualidade de vida, numa lista de 29 países europeus, elaborada a partir de 43 critérios como saúde, pobreza, comportamentos violentos, situações de risco, ou literacia. Portugal encontra-se na parte de baixo da tabela, ocupando a 21ª posição, ultrapassado inclusive por países que aderiram mais recentemente à União Europeia como a Eslovénia, Chipre, Republica Checa, Eslováquia, Estónia e Polónia.Também já em Junho do ano passado a comunicação social deu larga cobertura à publicação do estudo “Um olhar sobre a população infantil”(1) que envolveu 5 000 crianças, dum total de 32 000, dos 3º e 4º anos do ciclo básico, das escolas públicas de sete concelhos da área norte de Lisboa, incluindo Loures. Nesse estudo, como infelizmente acontece noutras áreas, desde que o PS está à frente da Câmara, Loures é mais uma vez notícia pelas piores razões, partilhando com a Amadora o fundo da tabela no conjunto dos vários critérios, por exemplo, com a maior a percentagem de crianças que afirmam "não gostar do bairro onde vivem", e que se dizem "infelizes com a vida que têm". E nalguns casos com Loures como o pior concelho, por exemplo, com 45% das crianças a queixarem-se de ter frio nas salas de aula.Confrontado com os resultados do estudo realizado a partir de um projecto em parceria entre o Instituto de Apoio à Criança, o Instituto Superior de Economia e Gestão, a Direcção Regional de Educação de Lisboa e as próprias Câmaras Municipais, o Presidente da Câmara PS de Loures, começou por pôr em causa a seriedade do estudo, e de seguida, juntando injúria ao insulto, em resposta à jornalista que o questionou sobre as crianças de Loures estarem entre as mais infelizes, põe-se a falar em arranjar palhaços para ir às escolas.PS no Governo, e PS na Câmara de Loures, uma dupla a dispensar na primeira oportunidade, lá para Setembro/Outubro.(1) Um olhar sobre a população infantil – Análise da Condições de Vida das Crianças, de Amélia Bastos, Graça Leão Fernandes, José Passos, Maria João Malho, Edições Almedina.

Leia aqui a Declaração.
"(...) Ao Partido Socialista e ao seu candidato queremos desde já dizer: Não tentem dividir os portugueses entre europeus e não europeus, não resulta. A Europa não é uma coutada ideológica do PS ou do PSD ou um qualquer conceito por si inventado e portanto de uso exclusivo.Não! A Europa é uma realidade objectiva, um conjunto de povos e nações, cada uma com a sua história, identidade, realidade, cultura e liberdade.
Aos que propositadamente lançam a confusão entre o seu projecto de União Europeia e o conceito de Europa, queremos relembrar que Portugal e os portugueses foram, são e serão europeus, independentemente das opiniões que tenham sobre o actual rumo da integração europeia.Foram europeus quando com a Revolução de Abril – cujo 35º Aniversário se comemora na próxima semana - abriram Portugal à Europa e ao Mundo e puseram fim ao isolamento a que a ditadura fascista votou Portugal.Foram europeus quando com as conquistas da revolução aproximaram os direitos sociais e o nível de vida dos trabalhadores portugueses dos demais países da Europa e contribuíram para o fim do colonialismo europeu no continente africano.
São europeus quando desenvolvem a luta contra as tentativas do PS, do PSD e do CDS/PP - e das suas respectivas famílias políticas europeias - de destruir conquistas históricas do movimento operário na Europa.São europeus quando saem para as ruas em luta contra a flexigurança, a directiva do tempo de trabalho, a privatização dos serviços públicos, entre muitas outras justas causas, e quando coordenam as suas lutas ou expressam a sua solidariedade com os trabalhadores e povos de outros países da Europa.São europeus quando denunciam a conivência da União Europeia com as ocupações do Iraque e do Afeganistão, quando protestam contra a hipocrisia da União Europeia perante o banho de sangue provocado por Israel na Faixa de Gaza ou quando marcham contra a militarização da União Europeia e pela dissolução da NATO.Os portugueses foram e são europeus quando relembraram a obrigação do respeito pela Constituição da República, pela soberania nacional e pela democracia e exigiram ser ouvidos em referendo sobre a proposta de Tratado de Lisboa. Exigência recusada pelo PS e PSD, depois de o terem prometido antes das eleições.Falam de nós simplesmente europeus, mas a sua Europa, a União Europeia que defendem e concebem é a dos grandes monopólios contrária aos interesses dos trabalhadores e dos povos.A sua Europa é a do directório das grandes potências, das mesas de decisão restritas e paralelas, dos que tudo mandam e tudo podem à margem das necessidades de desenvolvimento e dos direitos dos povos. Essa definitivamente não é a nossa Europa.A nossa Europa, não é a sua União Europeia da “Estratégia de Lisboa”, da liberalização e privatização dos serviços públicos, do colete-de-forças do Pacto de Estabilidade, do fundamentalismo monetarista do BCE e da financeirização da economia.A nossa Europa não é a sua União Europeia da liberalização selvagem dos mercados, da regulação por baixo dos direitos laborais e sociais para acentuar a exploração, da flexigurança e da directiva do tempo de trabalho, das ruinosas e destruidoras políticas agrícola e de pesca comuns. (...)"
Veja aqui o discurso completo.
Talvez não saiba mas as Assembleias de Freguesia da Portela, não só são públicas, como têm um período depois da Ordem do Dia, em que qualquer cidadão pode intervir.
Embora sem carácter deliberativo, os cidadãos podem dar a sua opinião, pôr à consideração da Assembleia quaisquer assuntos que considerem de interesse, ou pedir informações e esclarecimentos.
A próxima sessão ordinária da Assembleia de Freguesia realiza-se no dia 22 de Abril, 4ª feira, pelas 21 h. na Sala Multiusos da antiga Escola C+S Vasco da Gama, onde agora funciona a Junta da Freguesia, e irá proceder à apreciação e votação das Contas, e do Relatório de Gestão de Actividade, de 2008, e do relatório de Inventariação Física de Bens.
A sua presença, e eventual participação no período depois da Ordem do Dia, será decerto bem vinda.

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Daqui até Outubro vai ser um fartote. O eng. do Governo e o eng. da Câmara de Loures, vão inaugurar e reinaugurar qualquer coisa que esteja a jeito, e prometer tudo e mais um par de botas; na esperança do pessoal ir lá pôr os votozinhos no PS.
Depois de uma longa letargia de 8 anos da Câmara PS, aí temos, muito oportunamente, à entrada da Portela, um vistoso cartaz a anunciar finalmente o arranjo no terreno entre os prédios das ruas dos escritores e os acessos rodoviários. Neste caso, provavelmente, vai ser mesmo tipo dois em um: anúncio agora, e inauguração lá para as vésperas das eleições.
Para quem não se recorde os arranjos agora anunciados fazem parte dum plano faseado que começou a ser executado pela Câmara CDU, e que se concretizou na criação do jardim Almeida Garrett e de outros espaços ajardinados, contribuindo de forma muito significativa para a melhoria dos espaços públicos e de lazer da Portela.
Plano que foi colocado em hibernação profunda pela Câmara PS, e que só agora, em vésperas de eleições, vai avançar mais um passo. Convém lembrar que as melhorias pontuais feitas nos últimos anos nos espaços exteriores da Portela não se devem à Câmara Municipal.A pressa em apresentar agora a obra que não realizou durante dois mandatos, e a arrogância de quem julga que tudo sabe, impediram a Câmara PS de, antes de aprovar soluções definitivas, auscultar os habitantes da Portela sobre o que gostariam de ver concretizado naquele espaço.
Soluções que deviam ir ao encontro das necessidades da população, ter em conta o uso do conjunto dos espaços verdes da Portela, e estar de acordo com as preferências dos que aqui vivem.

O apelo à participação na manifestação do 25 de Abril, considera que «a humanidade atravessa um momento de perplexidade, indignação e angústia» e que o sistema capitalista «parece ter entrado em ruptura».«As vertiginosas especulações financeiras que os paraísos fiscais e as modernas de redes de comunicação propiciavam, perante a passiva tolerância dos poderes políticos, sobrepuseram-se (...) ao investimento na produção», refere.O apelo sublinha ainda que «os direitos conquistados durante gerações, pelos trabalhadores, foram gradualmente postos em causa pela alteração das relações de trabalho» e que «o desemprego e a precariedade alastraram-se simultaneamente com a desigualdade e o empobrecimento».«A crise internacional não poderá servir de cobertura para perpetrar arbitrariedades e violências contra os trabalhadores, nem tão pouco para absolver quaisquer caprichos ou incompetências de poder», alerta.O documento refere, no entanto, que «os democratas que firmam este apelo não ignoram que Portugal sofre o embate da crise sem a mínima veleidade de isoladamente a poder resolver dentro das suas fronteiras».«Às dificuldades e incertezas que afectam o país somam-se as vicissitudes de antigos desequilíbrios estruturais que vêm de muito longe e persistem», salientam. Da comissão promotora deste apelo fazem parte, o PS, o PCP, o BE e os Verdes, bem como a CGTP e a UGT.Notícia TSF Rádio Notícias.
Com dois anos de atraso, parece que vamos ter a funcionar ainda este Verão, o prolongamento da linha Vermelha até ao Saldanha e São Sebastião, conforme anuncio do Metropolitano de Lisboa. O atravessamento das outras 3 linhas pela linha Vermelha, vai melhorar as ligações, e facilitar o acesso a vários pontos da cidade a quem reside na zona oriental, incluindo a Portela.
Continuamos a defender o Metro na Portela, ao contrário da actual Câmara PS de Loures, e do seu Presidente, que nada fizeram para conseguir que a extensão do Metro, da Gare do Oriente até ao Aeroporto, tivesse aqui uma estação.Entretanto a extensão da linha Vermelha ao Saldanha e S. Sebastião pode vir a ser útil para a população da Portela se, enquanto não entrar em funcionamento a estação de Moscavide, se assegurar uma ligação rodoviária, prática e eficiente, entre a Portela e a estação de Metro do Oriente, ou dos Olivais.
A CDU, na Freguesia da Portela e na Câmara de Loures, defenderá este tipo de soluções intermédias, que necessariamente deverão passar pela auscultação das populações interessadas, e continuará a lutar pela concretização do objectivo de termos o Metro também na Portela.
Moção sobre o Metro na Portela, apresentada pela CDU na Assembleia de Freguesia.
A CDU apresentou no passado sábado, dia 4 de Abril, os candidatos à Presidência da Câmara Municipal de Loures, Paulo Piteira, e à Assembleia Municipal de Loures, Bernardino Soares.Sob o lema "Vida Nova para Loures. Uma Câmara Capaz!", centenas de pessoas reafirmaram a necessidade de uma mudança na gestão do Município, que volte a colocar o Concelho de Loures como um dos Concelhos com melhores indicadores de desenvolvimento do País. Alguns extractos do discurso de Paulo Piteira:As candidaturas da CDU aos órgãos municipais inserem-se num projecto de transformação social onde, ao longo de décadas, têm participado e continuam a participar muitos milhares de mulheres e homens que de forma livre e consciente deram e dão o melhor de si, visando construir uma sociedade mais justa e solidária para todos.....Após quase 8 anos de governação socialista, Loures perdeu a imagem de inovação e progresso e a capacidade de encontrar soluções criativas e arrojadas na gestão municipal.
Perdeu a sua marca de espaço de inclusão e tolerância da diversidade. Perdeu a dinâmica e de progresso contínuo na construção de equipamentos colectivos capazes de melhorar as condições de vida dos seus munícipes.Infelizmente, e dizemo-lo com tristeza, Loures é hoje um concelho de que quando se ouve falar é quase sempre pelos piores motivos: insegurança, conflitos, operações policiais, cheias, e pobreza infantil.....A CDU tem um projecto de desenvolvimento para o concelho assente na participação e numa cidadania responsável, na defesa dos interesses e direitos das populações, na elevação das suas condições de vida e na resolução dos problemas locais numa perspectiva de progresso e desenvolvimentoQueremos um concelho com qualidade de vida, socialmente equilibrado, urbanisticamente sustentável, gerador de emprego qualificado e que seja uma referência cultural e ambiental na Área Metropolitana de Lisboa e no País.….É possível viver melhor em Loures, é possível vencer a inércia e a incapacidade, é possível dar um novo rumo ao concelho.Loures precisa da CDU e nós estamos prontos para honrar a confiança da população.É possível vencer, e com muito trabalho e determinação, vamos fazê-lo.Viva a CDU Viva o concelho de Loures.Intervenção de Paulo Piteira, candidato à Presidência da Câmara Municipal de Loures.
Intervenção de Bernardino Soares, candidato à Presidência da Assembleia Municipal de Loures.

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No caso da Portela, como no da grande maioria das localidades, é mais fácil saber onde estamos, do que quantos somos. No site da Junta de Freguesia diz-se que somos mais de 20 mil, e até já vimos algures escrito que a Portela tem 26 mil habitantes.O INE, Instituto Nacional de Estatística, que é a entidade a quem compete fazer estas contagens, tem números relativos a 1991 e 2001, visto a Freguesia da Portela só ter sido criada em 1985. E o que o INE nos diz é que éramos 16 879 em 1991, e 15 441 em 2001. Informação mais actualizada só iremos ter em 2011, mas a experiência de quem aqui vive diz-nos que de 2001 até agora não terá havido grandes alterações ao número de habitantes da Portela, excepto na Quinta da Vitória, hoje reduzida a cerca de 800 pessoas, numero bem abaixo dos que ali viviam em 2001.Pelo que talvez não andemos longe do número real se dissermos que somos cerca de 15 mil, o que para 0,95 km2 de área, dá 15 800 habitantes por Km2, para aí 13 vezes mais do que a média do concelho de Loures.Se quiser impressionar os amigos sobre o sítio onde mora, diga-lhes que é num local com uma densidade populacional 50% acima da da cidade de Nova Iorque que, apesar de deter o recorde dos EUA, com aqueles arranha céus todos, tem “apenas” 10 200 habitantes por km2, contra os 15 800 da Portela.

No próximo sábado, 4 de Abril, a CDU apresenta o candidato à Presidência da Câmara de Loures, Paulo Piteira, e o cabeça de lista à Assembleia Municipal, Bernardino Soares.A sessão de apresentação, que inclui um momento cultural, terá lugar pelas 16 horas no antigo cinema dos Bombeiros Voluntários de Loures, na Avenida Dr. António Carvalho Figueiredo.

No Acto Público de apresentação da lista dos candidatos da CDU às eleições para o Parlamento Europeu, que teve lugar hoje às 18H, no Mercado da Ribeira em Lisboa, Ilda Figueiredo, primeira candidata, afirmou que o projecto colectivo da CDU, é a expressão dos que condenam a política de direita no país e na União Europeia, que não se conformam com a situação em que se encontra Portugal. Do seu discurso destacamos:Não aceitamos que retomem os projectos rejeitados de desvalorização do trabalho, como pretendem novamente com as propostas que nos querem impor sobre a directiva relativa à organização e tempo de trabalho ou com as propostas de liberalização na área da saúde.….
O que se impõe é o reforço daqueles que lutam por uma ruptura com estas políticas. O que se impõe é o reforço da CDU , com mais votos e mais deputados, para aumentar as possibilidades de ligação da luta institucional e popular, para dar voz à defesa dos interesses dos trabalhadores e do país, para lutar por outra Europa.
….A força do colectivo que aqui representamos, da convicção e da luta que não se esgota nas eleições, por que a luta vai continuar depois delas, é a garantia de que vamos ter uma grande campanha.
.…Todos juntos vamos conseguir mais votos, mais deputados da CDU, porque isso é essencial para a defesa da liberdade, da democracia, dos direitos dos trabalhadores, do progresso social, de Portugal com futuro, de outra Europa com desenvolvimento solidário, e da paz no mundo.
Lista de candidatos da CDU ao Parlamento Europeu.Discurso de Ilda Figueiredo, actual deputada do PCP no PE e primeira candidata da CDU.
Discurso de António Avelãs Nunes, mandatário da lista da CDU ao Parlamento Europeu.

37 anos, licenciado em Direito, Jurista.
Deputado na Assembleia da República desde 1997
Membro da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades, da Comissão de Saúde e da Comissão de Ética.
Presidente do Grupo Parlamentar do PCP
Membro da Comissão Política do PCPFoi membro da Direcção Nacional da Juventude Comunista Portuguesa (JCP) até 1999.Viveu em Camarate, e trabalhou na Câmara Municipal de Loures.Foi eleito na Assembleia de Freguesia de Camarate de 1993 a 1997.
Tem 42 anos, é licenciado em História, e Administrador da Empresa Divulgação do Livro e da Leitura. Anteriormente exerceu actividade profissional na Editorial Caminho. Militante do PCP.Eleito na Assembleia Municipal, 2005-2009, é membro do Conselho Municipal de Segurança e preside à Comissão Municipal de Saúde.Vereador na Câmara Municipal Loures entre os anos 1990 a 1997 foi responsável pelos Pelouros da Saúde, Educação e Juventude, Desporto, Cultura, Acção Social e Património Cultural, das Obras Municipais, Transportes e Oficinas, Gabinete dos Assuntos Religiosos e Sociais Específicos e ainda a Divisão de Informação e Relações Públicas.Integrou o Conselho de Administração da AMASCULTURA (Associação de Municípios para a Área Sócio-cultural), sedeada no Centro Cultural da MALAPOSTA.Foi dirigente associativo estudantil nas Associações de Estudantes das Escolas Secundárias n.º 1 e 2 de Loures, tendo sido vice-presidente desta última. Participou na fundação do Agrupamento do Corpo Nacional de Escutas (CNE) de Bucelas. Pertenceu à Direcção Nacional da Juventude Comunista Portuguesa (JCP). Foi membro da Assembleia-geral do Conselho Nacional de Juventude (CNJ).E mora na Portela, ali no lado da Avenida da República.

A CDU apresentou ontem, 26/3, no Hotel Roma, os candidatos à Câmara e à Assembleia Municipal de Lisboa, numa sala completamente cheia de activistas, e na presença de Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP e de dirigentes do PEV e da Intervenção Democrática.
Ruben de Carvalho, Jornalista, e Modesto Navarro, escritor, são os cabeças de lista.Transcrevemos a parte final da intervenção de Ruben de Carvalho:Temos pela frente tarefas e exigências complexas. Mas não partimos do nada. Muito pelo contrário.Temos obra feita, experiência e trabalho e intervenção consistentes, estudados, coerente, somos sobretudo fieis aos compromissos que tomámos com os votos que nos foram confiados e com todo o povo de Lisboa.A crise em Lisboa começou há oito anos. Só a CDU a ela se opôs, só com a CDU será possível responder-lhe.Temos projectos, temos da política e da Cidade uma visão nobre, responsável, exigente que cimentou na prática em três décadas palavras que mantêm toda actualidade: trabalho, honestidade e competência.Estamos aqui, sobretudo, para anunciar que, convosco, Lisboa e o seu povo podem continuar a contar connosco.Para anunciar que somos a força política que não teme, não hesita, não abandona, não mente, não desiste. Que somos a garantia que há alternativa à política de direita, que há alternativa à crise, que há uma política ao serviço dos trabalhadores e do povo, que dar força à CDU é tornar possível a alternativa, é dar força à alternativa.Resta trabalhar. Mas isso, nós sabemos fazer. É da classe operária e dos trabalhadores que vimos. Com eles aprendemos e continuamos a aprender!Ao trabalho, pois, camaradas e amigos!
Veja aqui a composição das listas e as intervenções de Ruben de Carvalho e Modesto Navarro.E aqui a intervenção de Jerónimo de Sousa.
Para pagar no mês de Abril, começaram já a chegar às nossas caixas de correio as cartas referentes à 1ª prestação do IMI, Imposto Municipal sobre Imóveis, deste ano. Mais uma vez, no Concelho de Loures, vamos pagar a taxa máxima permitida por lei, 0,7% para imóveis urbanos não avaliados, e 0,4% para imóveis avaliados. Isto apesar das receitas do IMI no concelho terem aumentado entre 2001 e 2007 mais do dobro, cerca de 125%.A Câmara de Loures recebe agora de IMI mais 15 milhões de euros que em 2001, mas mesmo assim os eleitos do PS não se compadeceram com as dificuldades que atingem a generalidade dos munícipes, quando aprovaram as taxas de 0,8% e 0,45% para 2009; ou seja por vontade do PS de Loures os valores que vamos pagar seriam ainda superiores. Tendo em conta que a situação social vivida no País e no Concelho deve impor às entidades públicas contenção nos esforços que exigem aos contribuintes, e sinais claros de solidariedade social, os vereadores da CDU na Câmara de Loures propuseram taxas de 0,6% e 0,35%. Proposta que o PS de Loures votou contra, como vota habitualmente contra o que a CDU propõe em benefício das populações. Populações que a Câmara PS de Loures, e o seu Presidente, tão mal têm representado ao longo destes últimos 8 anos.

Perante mais de duas centenas de pessoas que se deslocaram, no passado domingo 15 de Março, à Quinta de São José, o candidato da CDU, Bruno Simão, realçou a necessidade de uma mudança na gestão da Junta de Freguesia de Sacavém, tendo por base um projecto de e para os cidadãos, um projecto que ponha cobro à gestão do Partido Socialista que ao longo dos últimos 12 anos agravou muitos dos problemas estruturais de Sacavém, e não apresentou soluções para a necessária dinamização da cidade, nem para alteração positiva da imagem de Sacavém no concelho e no país. Da intervenção de Bruno Simão que pode ser lida aqui, apresentamos alguns extractos:Uma Nova vida para Sacavém, passa pelo contributo que queremos dar à criação de uma cultura de respeito pelas diferenças e de valorização das opiniões dos cidadãos e das suas estruturas associativas.…Assim, temos de romper em primeiro lugar com uma cultura autoritária e auto convencida do exercício do poder na Cidade, porque nada do que aos cidadãos se destina pode ser feito contra eles ou sem eles.…A política não é uma prerrogativa de iluminados. A participação dos cidadãos na definição das políticas locais, nas suas opções estratégicas nas suas prioridades de acção, é um direito que lhes assiste, sendo um dever dos seus representantes convocá-los e às suas estruturas representativas a uma participação efectiva e consequente. Ao direito à participação, junta-se o direito à informação. Nada do que à cidade diz respeito, deve ser alheio aos seus habitantes.
Clique na imagem para ver texto.Num placard colocado em frente duma das saídas do Centro Comercial da Portela, a organização local do PCP, recorda promessas do PS não cumpridas, e chama a atenção para algumas das medidas do Governo PS que vieram degradar ainda mais as já deficientes condições de prestação de cuidados de Saúde no Concelho de Loures.Onde está a extensão do Centro de Saúde da Portela prometida no programa eleitoral do PS para Câmara de Loures em 2005?Quando é que começa a construção do novo Hospital de Loures? Pelos planos do Governo antes de 2011 não é de certeza, e depois disso sabe-se lá quando será.Mas para além das promessas não cumpridas o Governo PS aumenta taxas moderadoras, fecha CATUS, concentra no degradado CATUS de Moscavide, que serve a Portela, 140 000 utentes de 10 freguesias, e tentou encerrar a Urgência do Hospital Curry Cabral que serve a população do concelho de Loures.Tudo isto perante a passividade da Câmara PS e do seu Presidente que, ao contrário do que aconteceu com outros Presidentes de Câmara que se puseram ao lado das populações contra o encerramento de serviços de saúde e a degradação dos cuidados prestados, “comeu e calou”, mas soube sempre votar contra as posições em defesa da Saúde apresentadas pela CDU nos órgãos autárquicos.
Documentos
Hospital de Loures não será iniciado nos próximos anos.
Centro de Saúde para servir Portela.
Fecho da Urgência do Hospital Curry Cabral.
A saúde no concelho de Loures não pode ser um direito adiado: Basta de ilusionismo.

No próximo dia 8 de Maio realiza-se um jantar convívio para apresentação da lista de candidatos da CDU à Assembleia da Freguesia da Portela.
Oportunamento indicaremos o local do convivio e o contacto para as inscrições.